Sobre os noivos

Quem somos, na visão do outro

Quem é o Noivo?

Ah.... o noivo...

É um lutador.  Assume para si a responsabilidade do próprio destino.

Faz por onde, interfere no rumo e protagoniza sua própria história.

Solidariedade e empatia são muito presentes. Ele condói-se da dificuldade e da dor alheia.

É muito atento aos males atuais que afligem o mundo, como as guerras, a fome e o flagelo de vítimas inocentes.

Escolheu uma profissão que o faz, com veemência, buscar a vitória do bem e da justiça.

E é justo, reto e disciplinado.

E, ao mesmo tempo, doce, calmo e ponderado.

Possui um poder destemido de realização, reforçado por uma certa dose de obstinação e teimosia.

Enelson é acima de tudo companheiro. 

É parceiro para todas as empreitadas, ainda que não concorde de início com algumas delas.

Tem um sorriso lindo, plácido, quase de criança.

O olhar é o mais encantador que poderia existir, adornado por cílios intermináveis.

É a força de um grande homem que protege, cuida e valoriza a quem ama.

Enelson é do jeito que tinha ser...

Enelson é para mim.

E eu sou para ele.

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Quem é a noiva?

Ah... a noiva...para mim, Amada Noiva!

Você já acordou algum dia com a certeza de que é uma pessoa realmente feliz, realizada e abençoada? Todos os dias, mesmo antes de abrir os olhos, o simples estender de braço permite-me o toque daquela que foi, está sendo e sempre será meu objeto de desejo e admiração e, é claro, de reserva desse sentimento que preenche o peito e a mente!

Valéria é uma daquelas mulheres que conhecemos e logo passamos a admirar, seja por sua retidão, opinião inabalável, amizade verdadeira, cuidado excessivo, olhar atento ou simplesmente pela incrível capacidade de reconstrução e transformação de cenários.

Conhecê-la, propiciou-me saborear a verdadeira seiva da vida, que pode ser traduzida por um carinho, um olhar apaixonado, um beijo molhado, um café da manhã na cama, enfim, um gesto de cuidado que nos inspira e nos lança a romper com o conformismo e sempre desejar ardentemente a felicidade na feição oposta. É tanto amor que às vezes transborda sob a forma de lágrimas...

Por hábito, acostumamo-nos a atribuir ao tempo o papel de feitor, de um agente implacável em nossas vidas..., parece-me diferente, pois faz dez anos que essa história teve início e não consigo nem ao menos imaginá-la perto do fim! É..., acho que isso pode e deve ser chamado de AMOR!